quinta-feira, 23 de julho de 2009

Paixão e complicação

Apaixonar-se, por definição, deveria ser “ficar idiota”. Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra! E quem já passou, dê graças aos céus por ter vivido momento tão único e importante! Ok, talvez único não seja a palavra correta, mas importante, sem dúvida! Tudo o que sabemos é que quando aquela pessoa se aproxima, o coração bate mais forte, os olhos perdem toda a visão periférica e tem apenas um objetivo, as mãos não sabem onde se colocar e o pensamento, esse aí não tem jeito, sutilmente se torna algo tão distante que é impossível decifrá-lo! Talvez por isso, quando alguém perguntar para você “como é possível que aquela pessoa não se apaixonou por você ainda”, seja fácil responder: porque quando eu estou ali, não sou bem eu que realmente estou. Talvez seja uma força mística, ou apenas o devaneio simples do amor!
Aliás, alguém aí sabe a diferença entre amor e paixão? É difícil saber o limiar entre as duas coisas, para mim os dois sempre deveriam andar juntos. Mas enfim, é esse mistério de não saber o que acontece, a imprecisão das palavras, o desejo de dominar o sentimento e mostrar-se completamente motiva muito mais do que inibe! Motiva pela vontade de superação, por sempre querer ter melhorado aquele encontro desastroso, aquela palavra sem nexo que saiu em hora errada...
É sempre bom lembrar que a paixão é uma forma de alienação e egoísmo. É o momento em que buscamos a felicidade própria somente e a qualquer custo. Mas não dominamos as ferramentas certas para alcançar tal objetivo. Acho inclusive que esta é a maior expressão do egoísmo humano. Busca-se o outro como um rato busca um queijo, ou um político busca uma mala de dinheiro. Apenas para satisfazer a imensa vontade. O desafio é sempre o depois, continuar, manter aquele sentimento aceso! Saber reconquistar o outro todo dia, incansavelmente. Quem sabe não esteja aí o limiar do amor? É provável que sim. Mas ainda assim reina o egoísmo. O desejo de não perder, o medo de ficar sem aquilo que conquistamos a tanto custo, apenas protegendo-se de algo que sabemos, causará imenso sofrimento.
Mas não se deve ainda enxergar o sofrimento como algo ruim. Ele nos ensina, nos engrandece, nos deixa mais fortes! Nunca é desejado, mas sempre que superado, é lembrado com louvor, como um desafio superado, uma lição aprendida que irá apenas aperfeiçoar a capacidade egoísta de se apaixonar.
Sentimentozinho complicado esse, viu...

terça-feira, 21 de julho de 2009

Vivendo e aprendendo !

A diferença entre o razoável e o bom, é um pequeno esforço extra.
Somos o que fazemos repetidamente. Por isso o mérito não está na ação e sim no hábito.
Conheça os seus limites, mas nunca os aceite!
Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados...
O êxito na vida não se mede pelo que você conquistou, mas sim pelas dificuldades que superou no caminho.
O fracasso é a oportunidade de começar tudo de novo - inteligentemente!
Consulte não a seus medos, mas a suas esperanças e sonhos. Pense não sobre suas frustrações, mas sobre seu potencial não usado. Preocupe-se não com o que você tentou e falhou, mas com aquilo que ainda é possível a você fazer.
Quem deseja fazer algo, encontra um meio. Quem não deseja fazer nada, encontra uma desculpa!
Todos os dias deveríamos fazer um pouco mais do que o necessário.
As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente!

Um vencedor nunca desiste, e quem desiste nunca é vencedor!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O homem perfeito

O homem perfeito é lindo
Tem um pouco de mistério
É belo quando está rindo
É belo quando está sério !

O homem perfeito é bom
Tem um jeito carinhoso
Quando fala em meigo tom
Causa um arrepio gostoso

O homem perfeito é fino
é solícito, é fiel
Tem a graça de um menino
e é mais doce do que o mel

O homem perfeito adora dar flores
Botões de rosa
A uma velha senhora
Ou a uma jovem formosa

O homem perfeito tem energia
Nao se cansa
lava louça, cozinha
gosta muito de criança

O homem perfeito
é sensível à grande arte
Gosta de dança e ballet
Nunca há de magoar-te

Para encerrar,
apreceito esses versos que aninhei
Se existe um homem perfeito
Ele só pode ser gay !






To looonge de ser perfeito =P

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Entre nesta também !



Entre nesta também ! Vamos renovar o congresso nacional !

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Perguntas

Eu queria ter uma lente especial, que visse por dentro das pessoas. Não para enxergá-las sem roupas, a minha lente iria mais além, ela veria o coração, distinguiria os sentimentos de quem eu quisesse. Seria bom para ver se quem eu confio realmente é uma boa pessoa, ou o interesse de alguém ao se aproximar de mim.
Será até que ponto uma pessoa pode chegar para se aproveitar da outra? Quem pode me informar os limites da dignidade do ser? Se não existir a lente que eu quero, quem sabe eu não consiga desenvolver o dom de ver a tal “aura” de alguém? Não existem pessoas que fazem isso?
Sinceramente, não sei se por experiências traumáticas ou puro feeling pessoal, penso que para alguns, tais limites realmente não existem, elas passam por cima de todos por motivos fúteis.
Eu, pessoalmente, não consigo ver a maldade através dos olhos de ninguém. Minha mãe tem uma capacidade incrível de fazer isso. Como será que ela faz? Tem um polígrafo na barriga que mede o nível da mentira de todos que falam com ela?
Agora, por outro lado, tenho uma enorme capacidade em persuadir e levar as pessoas para o mau caminho. Será que isso é bom?

domingo, 17 de maio de 2009

O HOMEM TAMBÉM SE APAIXONA

Homem também se apaixona. Só que não sai esparramando por aí. Para ele é ridículo falar de amor. Raríssimas são as vezes nas quais se ouve de um homem que está apaixonado ou amando de verdade. No fundo está babando de felicidade, mas fica na dele, na moita. É lei não falar de amor. A sós - com a amada - é meu amor em qualquer idioma. É I love you pra cá, jet’aime pra lá, se brincar, ama-se até em grego. Aliás, na terra de Sócrates, por causa da paixão de Páris por Helena de Tróia, aconteceu o maior quiproquó da história: mataram Brad Pitt na tela do cinema e mais de 100 mil gregos e troianos.

O apaixonado tem atitudes anormais. Primeiro some dos amigos. Tira férias dos botecos, evapora-se. Sabe-se agora que se exila em restaurantes ou no máximo em barzinhos à média luz, com ela, claro. A mesa é aquela, lá no cantinho. Bebe somente com a amada (nunca se bebe tanto vinho na vida!). Passa a frequentar shoppings - coisa abominável quando se está avulso. É um tal de trocar a camisa que ela deu, as sandálias - presente dele - cujo pé esquerdo ficou apertando o mindinho - requerem um número maior. Os casais apaixonados vivem de beijos e de planos. Planos urgentes. De se enroscarem. Os casais apaixonados sentem falta de ar deles mesmos. Eles querem tudo um do outro. Fora os montes de sorvete. Os casais apaixonados são os maiores consumidores de sorvete do planeta - faça sol ou faça frio. Os casais apaixonados se evoluem, tornam-se amantes (os amantes são os apaixonados com diploma de doutorado) e querem fazer tudo juntos. Trata-se de uma sociedade muito limitada, pois bebem no mesmo copo até veneno. Vide Romeu, vide Julieta.

Os amantes são ilógicos, compreendem os crimes passionais, o suicídio, e as demais tragédias da raça humana. Os amantes aplaudem o ridículo do amor dos outros amantes. Os amantes chegam atrasados ao trabalho. Os amantes sempre estão exaustos. Os amantes não sabem se vão se encontrar no dia seguinte. Os amantes são imprevisíveis e irresponsáveis. Os amantes riem muito e choram muito. Os amantes atrapalham o trânsito e incomodam os outros no cinema. Os amantes comem pouco e bebem muito. Os amantes sussurram em pleno deserto. Os amantes sentem calor no rigoroso inverno e sentem calafrios no verão. Os amantes ruborizam as velhinhas e provocam os invejosos. Os amantes brigam e selam a paz num átimo de segundo. Os amantes não se perdoam, porque não têm o que perdoar, posto que no mundo deles não existe o verbo perdoar.

O ser apaixonado é ávido de afeto e incapaz de renúncia. O apaixonado não pensa em estabilidade, se equilibra despercebido na corda bamba. Enquanto apaixonado, não sabe viver sem emoções fortes. Perde peso e ganha olheiras rapidamente. O mundo em que vive é intergalático. Ele não precisa de drogas (químicas) para viajar, a paixão é um vício, uma droga cuja química nenhum cientista explica. A paixão é uma viagem para as galáxias. Para ele não existe vida fora do planeta paixão. Mas dentro dele tudo é colorido, forte, quente e capaz de explodir a qualquer momento.

Quando o homem ousa falar de paixão, de amor, quase sempre fala de um tempo passado, bem distante, nunca no tempo presente: tive uma paixão imensa por fulana; houve um tempo que eu arrastava um bonde... Quando fala da paixão de um amigo conjuga-se em tempo real: ele está enrabichado com aquelazinha; juntou seus trapos com a outra etc. Parece até um libelo de acusação. O amor mete medo aos homens. Medo de se entregar por inteiro, de não encontrar a saída (da relação) se não der certo. Medo de se sucumbir diante da mulher. Medo de se arriscar, de ser feliz. Como nós homens somos tolos e orgulhosos!

Nem que você saia machucado (mais uma vez), com alguns pontos de sutura no coração, na alma, vale a pena se apaixonar. O que viemos fazer nesta vida? Descontar cheques? Pegar fila no supermercado? Ficar diante da TV assistindo o Big Brother? Que vida mais estranha! Faz mais sentido ficarem os dois na cozinha - com duas taças de vinho - fazendo uma farofinha, assando uma galinha pra depois do amor.

Viver uma história de paixão é redescobrir as coisas mais belas da vida. Por isso, os poetas quando têm a sua paixão interrompida, compõem as mais tristes e belas músicas possíveis.
Se você não se lembra ou não sabe, fique sabendo: não existe nada melhor nesta vida do que fazer amor com quem se ama. E nem existirá.

Fonte: http://blogs.abril.com.br/amordealmas/2009/02/homem-tambem-se-apaixona.html


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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vida saudável?

É impressionante como eu não consigo aliar atividade física com uma rotina descente de estudos! Deixa eu explicar: sempre fui um cara que gosta muito de esportes, teve uma época que eu brigava muito com minha mãe porque ela não me colocou na aula de natação (quando eu era pirralho), gosto muito mesmo. Só que sempre que eu me dedico muito aos esportes, não consigo estudar o tanto que preciso, e vice-versa! Inclusive, quando eu comecei a me tornar um nadador respeitável, larguei dos treinos para poder “estudar”, porque achei que não ia conseguir conciliar as duas coisas. No final das contas, não estudei e não me tornei um nadador.
Mas que seja, logo que larguei da natação, resolvi fazer alguma coisa que gastasse menos tempo (afinal, eram 3 horas dentro d’água todo dia, mais 1 hora entre conversas com os amigos, busão, etc) e que realizasse um sonho antigo meu: largar de ser magrelo! Entrei numa academia junto com uma amiga minha. Resultado é que sempre que eu resolvia estudar não ia malhar, sempre que eu ia malhar, passava o resto do dia a toa, ou então ficava a toa pra poder ir pra academia!!!!! Agora que eu estou na faculdade, a coisa é pior, já que eu não tenho ‘dias’ de estudo, mas sim períodos de estudo! Como eu faço um curso de graduação relativamente pesado, com 8 a 10 horários de aula por dia + trabalhos e tal, o único horário que sobra pra eu ou estudar ou malhar é a noite! Mas acontece que se eu largar de malhar, ou correr, ou o que quer que seja por um dia só pra poder estudar, depois eu não consigo mais voltar! Entendeu?
Quem já estudou física sabe que os corpos precisam de certa energia para sair da inércia. No meu caso, acho que esta energia é muito grande! Eu tenho que arrumar um jeito de conciliar isso, se não ao invés de eu largar de ser magrelo, daqui uns dias eu começo a engordar e vou ser só banha ¬¬ . Isso não é bom.
Estudar ou fazer atividade física? Saco, é foda ter vida saudável viu.